Saiba a importância de levar seu bebê ao dentista

Muitos pais e mães têm dúvidas sobre quando levar o filho pela primeira vez a uma consulta odontológica. Há crianças que, pelo fato de nunca terem sentido dor ou indício de cárie, jamais foram levadas ao dentista. Essa é uma falha que pode refletir na saúde bucal durante a infância e até se estender à vida adulta.aqui-tem-odontopediatria-saiba-a-importancia

Normalmente é com seis meses de vida que surgem os primeiros dentinhos no bebê, por isso, é nessa fase que a mãe deve dirigir-se a uma clínica e procurar por um odontopediatra – profissional especializado em odontologia infantil. Nessa visita, os pais recebem orientação sobre dieta, higiene, aplicação de flúor, uso adequado de mamadeira e chupeta e também correção de maus hábitos, como chupar o dedo.

Um problema que deve ser conhecido por todos os pais e mães são as “cáries de mamadeiras”. Elas são manchas que surgem ainda nos dentes de leite e são causadas pelo acúmulo de resíduos (leite materno ou não, mel e suco de laranja em excesso) na dentição infantil. A falta de higienização adequada facilita o surgimento desse tipo de cárie, que evolui rapidamente e deixa os dentinhos dos pequenos sensíveis.

Quando as crianças começam a dar os primeiros passinhos (entre os 10 e 24 meses de idade) elas ficam expostas a um sério risco: a queda seguida do traumatismo dental, que pode trazer consequências graves à formação dos dentes permanentes. Ainda que a lesão pareça leve, caso o trauma venha a ocorrer, a criança deve ser levada ao dentista o quanto antes, pois se não avaliado e tratado, o dente pode escurecer e apresentar trincas.

Cuidados em casa

1 – Recém-nascidos devem ter a limpeza oral feita com uma gaze ou fralda umedecida em água filtrada. Esse cuidado deve ser realizado apenas uma vez ao dia, pois estudos comprovam que resíduos do leite materno e a própria saliva do bebê têm papel protetor.

2 – A partir dos seis meses (os quando surgirem os primeiros dentes) a higienização pode ser feita com a escova de cerdas macias e creme dental sem flúor.

3 – Se o bebê utilizar mamadeira opte por bicos ortodônticos. Dessa forma, não prejudicará a formação dos dentes.

4 – Tenha sempre o telefone do odontopediatra em mãos. Criança nunca tem hora ou lugar para cair.

5 – Caso a saúde bucal esteja em dia, recomenda-se que a criança visite o dentista duas vezes ao ano.

Se o seu filho tem problemas em cuidar dos dentes ou tem medo de ir ao dentista, conte a ele a lenda da “fada dos dentes”. Essa é uma forma de incentivá-lo a querer sempre estar com a boca saudável, esperando pelo dia em que será presenteado por ter protegido tão bem os seus dentes de leite.

Via DM

Crianças: morder algo duro ajuda a dente de leite a cair

Existe muita expectativa e dúvida envolvendo a hora certa de tirar o dente de leite e como fazer isso. Alguns pais preferem deixar cair sozinho, mas às vezes o filho se mostra tão impaciente com a situação que, antes que acabe se machucando, é melhor intervir com métodos seguros.

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“O primeiro passo é saber se o dente mole ainda está preso por um resto de osso e pela mucosa, ou só pela mucosa. Se ainda estiver ligado a um pouco de osso indico que com os dedos o pai movimente esse dente para frente, para trás e para os lados várias vezes ao dia por vários dias, até sentir que ele está realmente mais mole. É importante dizer que esses movimentos não podem causar dor para a criança”, diz a odontopediatra Mariana Borges.

Uma vez bem molinho, preso apenas por uma “pelinha”, a extração pode ser feita também com as mãos, ou amarrando um fio dental bem firme ao redor do dente. Se optar pela segunda alternativa, procure não deixar a região muito molhada para o fio não escorregar. Feito isso basta puxar com força e rápido para o procedimento ser o menos doloroso possível.

“Tente distrair a criança com brincadeiras ou piadas nessa hora. É importante que ela esteja o mais relaxada possível para que não se crie nenhum tipo de trauma. E quando puxar, puxe rápido, como quem tira um band-aid”, diz Mariana, que ainda indica que os pais tenham em mãos um pedaço de algodão ou gaze caso haja sangramento. “É legal nessa hora estancar o sangue por uns cinco minutos”.

Métodos ousados
Táticas mais ousadas como prender uma corda na maçaneta da porta e batê-la com força ou morder algo muito duro não são recomendadas pelos especialistas. “A retirada do dente de leite precisa ser algo feito com tranqüilidade e na medida do possível sem dor. Esses métodos diferentes podem ser agressivos demais e causar trauma na criança”, diz a especialista.

Os pais que se sentem inseguros para fazer a extração podem sempre procurar um odontopediatra.

Via Saúde Terra

Gengiva saudável não sangra!

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Se a sua gengiva sangra ao escovar ou ao passar o fio dental, cuidado ela já está inflamada. O nome disso é gengivite. É muito importante  dar  atenção a esse sinal. Muitos pacientes acreditam que estão se machucando com o fio  quando isso ocorre, e que esta é a causa do sangramento . Mas este é um equívoco.
Para diagnosticarmos a inflamação, é importante conhecermos as características de uma gengiva saudável: coloração rosa com ou sem pigmentos de natureza étnica  (manchas escuras na gengiva encontradas principalmente em pessoas de raça negra, asiática e seus descendentes), aspecto de “casca de laranja”, contorno uniforme nos dentes, sem nenhum tipo de inchaço e muito menos sangramento.
Muitos pacientes relatam que pararam de passar o fio dental, pois possuem a “gengiva sensível” e acabam se machucando. Na realidade, a gengiva só está sangrando porque o fio dental não é passado diariamente com a técnica correta. É um círculo vicioso: não passam o fio porque está sangrando, mas está sangrando porque não passam o fio .
Para que todos possam entender melhor o que é a gengivite, é importante conhecer também um pouco sobre o sulco gengival. Este  é um espaço anatômico entre o dente e a gengiva, de 2 a 3 mm de profundidade, situado em volta de cada dente. Dentro desse pequeno espaço a placa bacteriana (película formada por restos de alimentos e bactérias que residem em nossa boca) se instala e provoca uma inflamação local, devido a sua proliferação e liberação de ácidos.
 Então, para evitar a gengivite, é muito fácil. Basta escovar os dentes e passar o fio dental diariamente, sempre com a técnica que permite que  as pontas das cerdas da escova dental e o fio  entrem naquele sulco gengival.
Como passar o fio dental corretamente:
– Pegue aproximadamente 50 cm de fio ou fita dental;
– Coloque entre dois dentes e leve até o sulco gengival (isso mesmo, pode coloca r lá dentro entre o dente e a gengiva);
– Abrace um dente com o fio dental e deslize pela sua lateral ;
– Entre com o fio dental novamente entre os mesmos dentes e, leve-o  até o sulco gengival. Mas desta vez abrace o outro dente e deslize o fio pela sua lateral.
– Repita o mesmo procedimento em todos os dentes.
– Procure sempre a ajuda de seu dentista para mais detalhes e para realizar uma consulta preventiva a cada seis meses.
Lembre-se sempre que, se a gengiva sangrar ao passar o fio dental, já existe uma inflamação e o início de seu tratamento é feito em casa mesmo. Não abandone o hábito de passar  diariamente o fio dental!. Após cerca de  cinco  dias, esse sangramento deverá parar ou pelo menos diminuir, pois você estará removendo a placa bacteriana que é a causadora principal desse sangramento. O que temos que ter sempre em mente é que  “gengiva saudável não sangra”.
Como está a sua gengiva? Agora que você já tem conhecimento de como mantê-la saudável, é só começar!
Via Odontoprev

Bebês: cisto, cáries e traumas são doenças mais comuns

Segundo Cristina Zardetto, professora do curso de especialização em Odontopediatria da FUNDECTO, os principais motivos que levam uma mãe ao consultório do dentista com seu filho são: cáries, traumas, cistos gengivais do recém-nascido, cistos de erupção e preocupação com a posição de nascimento dos primeiros dentes da criança.

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“Embora tenha diminuído muito a incidência de cárie, ela ainda é um dos principais problemas bucais dos bebês. Porém, quando acontece é por questões totalmente comportamentais, ou seja, ou por falta de orientação da mãe quanto à higiene bucal da criança, sua alimentação ou uso correto da mamadeira”, diz a especialista.

Traumas e cortes

Traumas nos dentes e cortes nos lábios também são bastante comuns nessa idade (até os 3 anos). “É nessa fase que eles começam a andar e vira e mexe estão com algum objeto nas mãos e aí quando caem podem quebrar os dentes ou cortar os lábios ou as gengivas. Nessa fase eles também têm mania de colocar qualquer objeto na boca e, dependendo do que eles mordem ou do tombo que levam, podem até causar mobilidade dental”, diz Cristina.

Dentes tortos e cistos

Outro motivo bem comum que faz com que as mães levem seus bebês ao dentista é a preocupação com o nascimento ‘errado’ dos primeiros dentinhos de seus filhos. “Nesses casos, na maioria das vezes, os grandes vilões são os hábitos de sucção como chupar o dedo, chupeta e tomar mamadeira”, diz Cristina.

Cisto de erupção, que é quando um dente está para nascer e a gengiva fica bastante inchada e dolorida, também é um problema que preocupa bastante as mães. “Nesses casos só nos resta esperar o dente nascer. Somente em algumas situações, quando a criança para de comer ou fica muito irritada, é recomendada uma pequena intervenção cirúrgica na gengiva”, diz a especialista.

Já quando a criança é bem pequena (meses de vida), um dos problemas bucais mais comuns é o cisto gengival do recém-nascido. “São nódulos esbranquiçados e bem duros que aparecem na gengiva se assemelhando a dentes nascendo, e é por isso que as mães nos procuram. Mais de 50% dos recém-nascidos apresentam esse problema. Porém, esse cisto não incomoda a criança e depois de três meses desaparece sozinho”, diz Cristina.

Prevenção

Porém, segundo a especialista, o que tem aumentado muito nos últimos anos é a procura dos odontopediatras para a prevenção da saúde bucal dos bebês. “As mães estão cada dia mais interessadas em como higienizar corretamente a boca da criança nessa fase ou saber como proceder quando o dente está nascendo. Aí nós já aproveitamos e damos instruções sobre o uso correto da chupeta e da mamadeira prevenindo ainda mais as complicações bucais”, diz a especialista.

Via Olhar Direto

Dentes tortos não tratados podem trazer complicações como gengivite e cáries

A ortopedia funcional dos maxilares e a ortodontia são especialidades da odontologia que vem crescendo em números significativos e alcançando um vasto desenvolvimento técnico, possibilitando tratamentos eficientes e com ótimos resultados, tanto funcionais quanto estéticos. Os aparelhos removíveis ou fixos podem ser usados para a correção de alterações nas posições dentárias ou alterações na relação entre a arcada superior com a inferior.

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Normalmente, a queixa estética é a primeira preocupação que surge e é a que mais leva os pais a buscarem avaliação de um profissional para um possível tratamento ortopédico funcional ou ortodôntico para a correção dos dentes anteriores desalinhados. Os apinhamentos dentários, ou como são chamados “dentes tortos”, são facilmente visualizados e identificados pelos pais e indicadores de que algo pode estar errado na mordida da criança.

Apesar de existir inúmeras outras causas de indicação de tratamento ortopédico funcional/ortodôntico, a questão estética tem uma importância muito grande em vários aspectos. Problemas de autoestima ou descontentamento na aparência pessoal podem causar transtornos sociais nas crianças, como insegurança ou vergonha, e por isso, muitas crianças acabam ficando introspectivas, quietas e falam e sorriem menos.

As causas das alterações nas arcadas e de posicionamento dos dentes podem estar relacionadas a fatores genéticos e ambientais, como, por exemplo, a respiração bucal, hábitos de dedo e/ou chupetas, posicionamento de língua e falta de estímulo de amamentação e mastigação.

Assim que os primeiros dentes de leite, chamados de decíduos, caem, os dentes permanentes anteriores iniciam o processo de erupção. São no total de quatro dentes incisivos superiores e quatro inferiores, sendo dois incisivos centrais e dois incisivos laterais em cada arcada e esse processo ocorre na faixa dos 5 a 7 anos de idade.

Para que os dentes incisivos se posicionem corretamente nos arcos dentários é necessário que haja previamente o espaço adequado para eles nos ossos da mandíbula e da maxila. Uma vez que os incisivos decíduos têm a largura menor do que os seus sucessores, é muito importante que haja espaços entre as bordas laterais do dente e de seu vizinho.

Caso não tenha o espaço suficiente para os dentes permanentes, eles podem ficar presos dentro do osso, podem perder seu caminho de erupção surgindo no lugar de outro dente ou podem ficar apinhados (quando estão apertados nas arcadas e ficam tortos, ou uns sobre os outros).

Problemas causados por dentes tortos

“Dentes tortos” ou a má posição dentária, além do fator estético, também pode causar consequências indesejáveis para a saúde bucal e atingir os ossos de sustentação, como por exemplo:

  • Traumas oclusais: Sem o correto posicionamento dos dentes, o equilíbrio oclusal (da mordida) fica comprometido e os dentes acabam por sofrer o impacto das forças de mastigação de maneira anômala, sofrendo sobrecargas que podem ser prejudiciais às raízes e aos ossos.
  • Cáries: A dificuldade de uma adequada higienização de dentes desalinhados e apinhados pode acarretar em lesões de cárie. Além disso, o fato dos dentes estarem muito apertados e sem o ponto de contato correto, isto pode impedir a visualização para um diagnóstico precoce, correndo o risco de alguma lesão de cárie passar despercebida em uma avaliação odontológica.
  • Gengivite: Consiste na inflamação da gengiva ao redor dos dentes. A incorreta posição dos dentes impede a adequada massagem gengival que o alimento faz ao deslizar sobre os dentes e pode aumentar a dificuldade de higienização dessa região.
  • Traumatismos dentários: Um dente fora da sua correta posição no arco dentário pode sofrer impactos externos mais facilmente, como por exemplo, com brinquedos ou uma queda da criança.

A partir do momento em que um dente surge na cavidade bucal sem espaço, é bem provável que exista a indicação de algum tipo de intervenção. Essa situação não costuma se reverter sozinha e muitas vezes vai se agravando com o passar do tempo e então, outros dentes vão erupcionando fora de sua posição.

Prevenindo e tratando o problema

Algo que desconhecido de muitos, é o apinhamento de dentes permanentes que muitas vezes pode ser evitado simplesmente através de orientações específicas de um profissional especialista. Essas orientações estão relacionadas à forma de mastigação e tipos de alimento que podem ajudar no correto estímulo que está faltando para um bom desenvolvimento das arcadas ou até mesmo um encaminhamento para tratamento de alterações respiratórias.

Caso a prevenção não seja mais possível, mas o diagnóstico foi feito cedo em uma idade ainda precoce, existem casos que podem ser tratados ainda sem o uso de aparelhos removíveis ou fixos, através de pistas diretas planas. Essa técnica consiste em alterar o formato de alguns dentes de leite com o uso de resinas compostas usadas em restaurações de uma determinada maneira que proporciona contatos dentários mais satisfatórios durante os movimentos mastigatórios para um maior estímulo das arcadas.

Em alguns casos o profissional pode indicar a necessidade do uso de aparelhos, sendo que ainda na dentição decídua (em qualquer idade), o tratamento corretivo por ser feito através da ortopedia funcional dos maxilares com aparelhos ortopédicos funcionais. Estes aparelhos são intra-orais removíveis, confeccionados em acrílico e acessórios em fio de aço, podendo ser coloridos e lúdicos com personagens de acordo com a escolha das crianças. Eles funcionam de maneira funcional e indolor proporcionando o estímulo adequado para um bom crescimento e desenvolvimento dos ossos das arcadas e assim, o alinhamento dentário.

O tratamento na dentição permanente completa pode ser feito, além do uso dos aparelhos ortopédicos funcionais, com o uso de outros tipos de aparelhos, como os braquetes fixos por exemplo.

É importante salientar que mesmo que um desalinhamento dentário não chegue a causar incomodo estético, deve-se sempre buscar uma opinião profissional para que seja feita uma avaliação de toda a oclusão (mordida) e de seu funcionamento. Havendo alguma alteração na oclusão e sua função, quanto mais cedo for o diagnóstico, mais fácil e eficaz será o tratamento.

Fada e presentes: como tornar a troca de dentes estimulante

Heide Klum declarou gastar uma ‘pequena fortuna’ para pagar pelos dentes de leite dos filhos, mas o importante é tornar esse momento divertido e sem traumas

Modelo Heidi Klum resolveu bancar uma Fada do Dente bastante generosa com seus quatro filhos e acabou gastando mais do que esperava. Segundo uma entrevista para a revista americana People, quando o primeiro dente de seu filho caiu, a top deu 20 dólares (cerca de 46 reais). Agora, com quatro crianças, Klum brincou que está desembolsando uma pequena fortuna.

Essa é a forma mais comum que os pais encontram para mostrar que a troca do dente de leite para o permanente é sinal de que eles estão ficando “mocinhos” e que isso deve ser comemorado. “O estímulo familiar é muito importante para que a criança encare esse processo de troca dental de forma natural e até com certa expectativa”, diz Fernanda Miori Pascom, professora e doutora em Odontopediatria da UNICAMP.

Fada do Dente
A lenda da Fada do Dente existe desde o início do século vinte, mas a sua origem exata é um mistério. Há quem diga que essa era uma tática que os vikings usavam há mais de mil anos. Mas o fato é que a história ganhou tanta força que hoje é usada em diversos países do mundo, como Portugal, Canadá, Inglaterra e Estados Unidos. “É importante mostrar para a criança que a mudança toda é positiva. Um dente se foi, mas outro mais forte e mais bonito nascerá no lugar e não cairá mais. Por isso, deve ser muito bem tratado e limpo”.

Esse ritual ajuda a criança a não desenvolver nenhum tipo de trauma durante essa fase. “O acompanhamento de um dentista desde cedo para prepará-los e tranqüilizá-los e o incentivo dos pais são fundamentais. Assim, quando o momento chega, a criança está esperando por isso, para ver o sinal do seu próprio crescimento sem crise”.

Deixar cair é a melhor opção

Outra forma de evitar traumas infantis é fazer o possível para que o dente caia sozinho. “Se não está atrapalhando a criança a comer e nem está doendo, é melhor deixar cair sozinho. Não adianta querer forçar ou antecipar a queda. Se ela for feita de maneira errada, vai doer”, diz Fernanda, que é totalmente contra técnicas de arrancar o dente amarrando um barbante na porta, por exemplo. “Esse tipo de prática é agressivo e pode realmente machucar a criança. Deixar a natureza agir é a melhor opção”.

Guarde o dente
Em vez de incentivar a criança a jogar o dente no telhado para fazer um pedido, é melhor optar pela versão do travesseiro para guardar o dente depois. Isso porque alunos de odontologia podem usá-los para estudar, além de servirem como material de pesquisa de células-tronco.

O ideal é guarda-lo no soro fisiológico ou na água destilada. As doações podem ser feitas pelo correio, de qualquer lugar do país. Basta encaminhar as peças para a Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo – Avenida Professor Lineu Prestes, 2.227, Cidade Universitária, SP, CEP 05508-900. Lembre-se que os dentes devem ser lavados com água e sabão e colocados em sacos plásticos ou em um pote.

Via Saúde Terra