Deve-se passar o fio dental primeiro ou escovar antes?

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Uma pergunta comum que os pacientes fazem aos dentistas é “O que devo fazer primeiro: escovar ou passar o fio dental?”. A sequência não faz diferença, desde que você faça os procedimentos corretamente. Escovar e passar o fio são a melhor maneira de remover a placa bacteriana, causadora de cárie dentária nos dentes, e ajudar a manter uma ótima saúde bucal.

Escolha uma escova que seja confortável para as mãos e para a boca e use-a no mínimo duas vezes por dia. Coloque sua escova inclinada num ângulo de 45º em direção à gengiva. Faça movimentos curtos e delicados da escova para frente e para trás escovando as superfícies externas, internas e de mastigação dos dentes, bem como as superfícies internas dos dentes anteriores.

Embora a escovação dental remova a placa bacteriana das superfícies dos dentes, ela sozinha não remove toda a placa. A limpeza entre os dentes todos os dias com fio dental, remove restos alimentares da região entre os dentes onde sua escova não consegue alcançar. Pessoas com dificuldade de manusear o fio dental podem preferir usar outro tipo de limpador interdental. Se você usa limpadores interdentais, pergunte ao seu dentista como usá-los corretamente para evitar lesões nas gengivas.

Como saber se você está fazendo um bom trabalho? Seu dentista pode recomendar o uso de pastilhas evidenciadoras de placa, vendidas sem prescrição em farmácias e outras lojas que vendem produtos de higiene bucal. As pastilhas evidenciadoras de placa são mastigadas depois que você higieniza a boca. Um pigmento vermelho mancha a placa que não foi removida, mostrando os pontos que necessitam de limpeza adicional.

Via Colgate

Gengiva saudável não sangra!

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Se a sua gengiva sangra ao escovar ou ao passar o fio dental, cuidado ela já está inflamada. O nome disso é gengivite. É muito importante  dar  atenção a esse sinal. Muitos pacientes acreditam que estão se machucando com o fio  quando isso ocorre, e que esta é a causa do sangramento . Mas este é um equívoco.
Para diagnosticarmos a inflamação, é importante conhecermos as características de uma gengiva saudável: coloração rosa com ou sem pigmentos de natureza étnica  (manchas escuras na gengiva encontradas principalmente em pessoas de raça negra, asiática e seus descendentes), aspecto de “casca de laranja”, contorno uniforme nos dentes, sem nenhum tipo de inchaço e muito menos sangramento.
Muitos pacientes relatam que pararam de passar o fio dental, pois possuem a “gengiva sensível” e acabam se machucando. Na realidade, a gengiva só está sangrando porque o fio dental não é passado diariamente com a técnica correta. É um círculo vicioso: não passam o fio porque está sangrando, mas está sangrando porque não passam o fio .
Para que todos possam entender melhor o que é a gengivite, é importante conhecer também um pouco sobre o sulco gengival. Este  é um espaço anatômico entre o dente e a gengiva, de 2 a 3 mm de profundidade, situado em volta de cada dente. Dentro desse pequeno espaço a placa bacteriana (película formada por restos de alimentos e bactérias que residem em nossa boca) se instala e provoca uma inflamação local, devido a sua proliferação e liberação de ácidos.
 Então, para evitar a gengivite, é muito fácil. Basta escovar os dentes e passar o fio dental diariamente, sempre com a técnica que permite que  as pontas das cerdas da escova dental e o fio  entrem naquele sulco gengival.
Como passar o fio dental corretamente:
– Pegue aproximadamente 50 cm de fio ou fita dental;
– Coloque entre dois dentes e leve até o sulco gengival (isso mesmo, pode coloca r lá dentro entre o dente e a gengiva);
– Abrace um dente com o fio dental e deslize pela sua lateral ;
– Entre com o fio dental novamente entre os mesmos dentes e, leve-o  até o sulco gengival. Mas desta vez abrace o outro dente e deslize o fio pela sua lateral.
– Repita o mesmo procedimento em todos os dentes.
– Procure sempre a ajuda de seu dentista para mais detalhes e para realizar uma consulta preventiva a cada seis meses.
Lembre-se sempre que, se a gengiva sangrar ao passar o fio dental, já existe uma inflamação e o início de seu tratamento é feito em casa mesmo. Não abandone o hábito de passar  diariamente o fio dental!. Após cerca de  cinco  dias, esse sangramento deverá parar ou pelo menos diminuir, pois você estará removendo a placa bacteriana que é a causadora principal desse sangramento. O que temos que ter sempre em mente é que  “gengiva saudável não sangra”.
Como está a sua gengiva? Agora que você já tem conhecimento de como mantê-la saudável, é só começar!
Via Odontoprev

Dentes tortos não tratados podem trazer complicações como gengivite e cáries

A ortopedia funcional dos maxilares e a ortodontia são especialidades da odontologia que vem crescendo em números significativos e alcançando um vasto desenvolvimento técnico, possibilitando tratamentos eficientes e com ótimos resultados, tanto funcionais quanto estéticos. Os aparelhos removíveis ou fixos podem ser usados para a correção de alterações nas posições dentárias ou alterações na relação entre a arcada superior com a inferior.

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Normalmente, a queixa estética é a primeira preocupação que surge e é a que mais leva os pais a buscarem avaliação de um profissional para um possível tratamento ortopédico funcional ou ortodôntico para a correção dos dentes anteriores desalinhados. Os apinhamentos dentários, ou como são chamados “dentes tortos”, são facilmente visualizados e identificados pelos pais e indicadores de que algo pode estar errado na mordida da criança.

Apesar de existir inúmeras outras causas de indicação de tratamento ortopédico funcional/ortodôntico, a questão estética tem uma importância muito grande em vários aspectos. Problemas de autoestima ou descontentamento na aparência pessoal podem causar transtornos sociais nas crianças, como insegurança ou vergonha, e por isso, muitas crianças acabam ficando introspectivas, quietas e falam e sorriem menos.

As causas das alterações nas arcadas e de posicionamento dos dentes podem estar relacionadas a fatores genéticos e ambientais, como, por exemplo, a respiração bucal, hábitos de dedo e/ou chupetas, posicionamento de língua e falta de estímulo de amamentação e mastigação.

Assim que os primeiros dentes de leite, chamados de decíduos, caem, os dentes permanentes anteriores iniciam o processo de erupção. São no total de quatro dentes incisivos superiores e quatro inferiores, sendo dois incisivos centrais e dois incisivos laterais em cada arcada e esse processo ocorre na faixa dos 5 a 7 anos de idade.

Para que os dentes incisivos se posicionem corretamente nos arcos dentários é necessário que haja previamente o espaço adequado para eles nos ossos da mandíbula e da maxila. Uma vez que os incisivos decíduos têm a largura menor do que os seus sucessores, é muito importante que haja espaços entre as bordas laterais do dente e de seu vizinho.

Caso não tenha o espaço suficiente para os dentes permanentes, eles podem ficar presos dentro do osso, podem perder seu caminho de erupção surgindo no lugar de outro dente ou podem ficar apinhados (quando estão apertados nas arcadas e ficam tortos, ou uns sobre os outros).

Problemas causados por dentes tortos

“Dentes tortos” ou a má posição dentária, além do fator estético, também pode causar consequências indesejáveis para a saúde bucal e atingir os ossos de sustentação, como por exemplo:

  • Traumas oclusais: Sem o correto posicionamento dos dentes, o equilíbrio oclusal (da mordida) fica comprometido e os dentes acabam por sofrer o impacto das forças de mastigação de maneira anômala, sofrendo sobrecargas que podem ser prejudiciais às raízes e aos ossos.
  • Cáries: A dificuldade de uma adequada higienização de dentes desalinhados e apinhados pode acarretar em lesões de cárie. Além disso, o fato dos dentes estarem muito apertados e sem o ponto de contato correto, isto pode impedir a visualização para um diagnóstico precoce, correndo o risco de alguma lesão de cárie passar despercebida em uma avaliação odontológica.
  • Gengivite: Consiste na inflamação da gengiva ao redor dos dentes. A incorreta posição dos dentes impede a adequada massagem gengival que o alimento faz ao deslizar sobre os dentes e pode aumentar a dificuldade de higienização dessa região.
  • Traumatismos dentários: Um dente fora da sua correta posição no arco dentário pode sofrer impactos externos mais facilmente, como por exemplo, com brinquedos ou uma queda da criança.

A partir do momento em que um dente surge na cavidade bucal sem espaço, é bem provável que exista a indicação de algum tipo de intervenção. Essa situação não costuma se reverter sozinha e muitas vezes vai se agravando com o passar do tempo e então, outros dentes vão erupcionando fora de sua posição.

Prevenindo e tratando o problema

Algo que desconhecido de muitos, é o apinhamento de dentes permanentes que muitas vezes pode ser evitado simplesmente através de orientações específicas de um profissional especialista. Essas orientações estão relacionadas à forma de mastigação e tipos de alimento que podem ajudar no correto estímulo que está faltando para um bom desenvolvimento das arcadas ou até mesmo um encaminhamento para tratamento de alterações respiratórias.

Caso a prevenção não seja mais possível, mas o diagnóstico foi feito cedo em uma idade ainda precoce, existem casos que podem ser tratados ainda sem o uso de aparelhos removíveis ou fixos, através de pistas diretas planas. Essa técnica consiste em alterar o formato de alguns dentes de leite com o uso de resinas compostas usadas em restaurações de uma determinada maneira que proporciona contatos dentários mais satisfatórios durante os movimentos mastigatórios para um maior estímulo das arcadas.

Em alguns casos o profissional pode indicar a necessidade do uso de aparelhos, sendo que ainda na dentição decídua (em qualquer idade), o tratamento corretivo por ser feito através da ortopedia funcional dos maxilares com aparelhos ortopédicos funcionais. Estes aparelhos são intra-orais removíveis, confeccionados em acrílico e acessórios em fio de aço, podendo ser coloridos e lúdicos com personagens de acordo com a escolha das crianças. Eles funcionam de maneira funcional e indolor proporcionando o estímulo adequado para um bom crescimento e desenvolvimento dos ossos das arcadas e assim, o alinhamento dentário.

O tratamento na dentição permanente completa pode ser feito, além do uso dos aparelhos ortopédicos funcionais, com o uso de outros tipos de aparelhos, como os braquetes fixos por exemplo.

É importante salientar que mesmo que um desalinhamento dentário não chegue a causar incomodo estético, deve-se sempre buscar uma opinião profissional para que seja feita uma avaliação de toda a oclusão (mordida) e de seu funcionamento. Havendo alguma alteração na oclusão e sua função, quanto mais cedo for o diagnóstico, mais fácil e eficaz será o tratamento.

Sensibilidade dentária: conheça as causas e as formas de tratamento

Dois problemas diferentes, mas com causas parecidas, desencadeiam aqueles momentos de aflição que chegam a impedir muita gente de saborear alimentos gelados ou recém-saídos do fogo.

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A sensibilidade dentária – problema que afeta 57% da população adulta – pode ocorrer em duas circunstâncias distintas: quando ocorre uma erosão do esmalte do dente e quando a gengiva se retrai. No primeiro caso, o dano a essa capa dentária faz com que ela deixe de ser impermeável. Com isso, a dentina, estrutura mais profunda do dente, começa a se expor. Ela é cheia de terminações nervosas que, em contato com altas ou baixas temperaturas, disparam sinais dolorosos.

No caso da gengiva, se é agredida por bactérias ou por uma escovação brusca demais, ela inflama e passa a se retrair. Ao diminuir de tamanho, esse tecido deixa parte da raiz do dente, que não tem esmalte, descoberta. E a própria dentina também fica exposta, sofrendo em contato com alimentos em extremos de temperatura.

Os gatilhos da sensibilidade

Dieta ácida
Frutas cítricas demais e refrigerantes, por exemplo, alteram o pH bucal. Se estiver baixo, ele abre portas para que a acidez corroa os prismas, “tijolos” que formam o esmalte dentário. Desse modo, o dente fica sem a camada de proteção.
Má higiene
Restos de comida dão brecha a bactérias por trás de erosão dentária, retração nas gengivas e cáries – aí o dente fica exposto.
Escovação bruta
Mão pesada na hora da limpeza bucal faz a gengiva se retrair em busca de proteção, deixando a sensível dentina desguarnecida.
Dente quebrado
Uma rachadura ou o buraco de uma obturação que caiu são o suficiente para expor a dentina e provocar dor.

Como se trata

Visita ao dentista
Restaurações com resina líquida substituem o esmalte lesado. Em outros casos, tenta-se até pôr a gengiva de volta no lugar com cirurgia.
Cerdas macias
Há escovas disponíveis que facilitam uma higienização bucal mais delicada. Assim, a gengiva para de recuar e a dentina é preservada.
Enxaguante com flúor
A substância reforça os prismas que integram o esmalte e o deixam impermeável. Já pastas específicas para sensibilidade trazem efeito anestésico.

 

Fontes: Alexandre Bussab, cirurgião-dentista da Clínica Dental Saúde, em São Paulo; Colgate-Palmolive do Brasil

Sensibilidade Dentária

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Você tem ou já teve sensibilidade dental provocada por estímulos térmicos (bebidas ou alimentos gelados e quentes) ou estímulos mecânicos (escovação, por exemplo)? A sensibilidade dentária provocada por estímulos externos é uma queixa cada vez mais comum nos consultórios odontológicos e as causas principais são a retração gengival e a presença de lesões não cariosas (erosão, abrasão, abfração etc). Entretanto, por que estas condições provocam sensibilidade? O que acontece é que anatomicamente a coroa do dente (porção do dente que fica exposta na cavidade bucal) é revestida por esmalte e este tecido atua como isolante térmico, protegendo a dentina, que é um tecido localizado sob o esmalte e que contém no seu interior inúmeros canalículos por onde transitam prolongamentos das células pulpares, responsáveis pela inervação dental. A dentina está presente tanto na coroa quanto na raiz do dente. A raiz é revestida externamente pelo cemento e este tecido não atua como isolante térmico eficiente, diferentemente do esmalte. Dessa forma, quando há retração da gengiva, o cemento ou a dentina serão expostos, não havendo, portanto, isolamento térmico. Nestas condições, os prolongamentos das células pulpares estarão diretamente expostos às trocas térmicas da cavidade bucal.

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No caso das lesões não cariosas, haverá a dissolução localizada do esmalte e conseqüente exposição da dentina, o que pode provocar sensibilidade pelas razões já discutidas anteriormente. A perda do esmalte, no caso das lesões não cariosas, poderá ser provocada pela ingestão exagerada de bebidas ou alimentos ácidos, escovação traumática, disfunções oclusais ou por alterações sistêmicas como vômitos e regurgitações freqüentes. A ocorrência de lesões não cariosas é cada vez mais freqüente, porém podem passar despercebidas pelos pacientes e serem diagnosticadas apenas quando se encontram em estágio mais evoluído por causa da queixa de sensibilidade ou alteração estética provocada pela presença de cavidades por causa da perda do esmalte. Por se tratar de assunto extenso e repleto de peculiaridades, abordaremos as lesões não cariosas em um “post” específico, bem como as alternativas de tratamento para a sensibilidade dental. Até o nosso próximo encontro!

Pela Dra. Simone Costa – www.drasimonecosta.com.br

Retração na gengiva além de causar sensibilidade nos dentes, também compromete a estética do seu sorriso

retração

O que é a retração gengival?

A retração ou recessão gengival é o deslocamento da margem da gengiva em direção à raiz do dente. Tal situação pode promover a exposição da parte radicular do dente e daí resultar, eventualmente, em diversas consequências:
– Sensibilidade exagerada;
– Dificuldade de higienização (e perpetuação do problema);
– Inflamação gengival (propensão ao início de outras patologias gengivais);
– Comprometimento estético, levando a dentes muito alongados ou desproporcionais no arco.
Em casos extremos, a conjuntura dos efeitos das retrações pode levar o indivíduo até a implicações psicossociais, com queda de autoestima e inibição das interações sociais de seu portador. Por exemplo, uma pessoa que não consegue tomar um sorvete com um grupo por causa da dor (exacerbada por uma retração gengival). Ou alguém que não pode sorrir com segurança, pois mostraria dentes muito alongados ou com alturas gengivais desarmônicas.

Quais são os sintomas?

As recessões gengivais podem ou não apresentar sintomas, que seriam, especialmente, as sensibilidades aos estímulos térmicos ou mecânicos. Entretanto o sinal prevalente, objetivo, em todos os casos é a percepção do deslocamento do tecido gengival em direção à raiz do dente, com exposição da mesma.

Fisiopatologicamente, como ela acontece?

Via de regra, independente da causa, a fisiopatologia da retração é entendida como uma deficiência na irrigação do tecido gengival, que acaba por desaparecer até a altura, livre da etiologia, e consiga manter por si só sua própria homeostase (equilíbrio).

Quais são os motivos que levam a gengiva a ficar retraída? Por que ela fica assim?

Os fatores que levam a gengiva a ficar retraída são inflamatórios, mecânicos e iatrogênicos.
Os inflamatórios se enquadram no grupo das doenças periodontais destrutivas de origem bacteriana ou virótica.
Os fatores mecânicos são: escovação inadequada (força demasiada, dureza das cerdas ou mesmo a técnica errada), posicionamento errado do dente dentro do arco ósseo dentário e outros.
Fatores iatrogênicos (como movimentação ortodôntica, tratamentos restauradores, cirurgias, etc.), traumatismos mecânicos (piercings mal localizados ou hábitos nocivos), distúrbios oclusais, inserções musculares ou freios que tracionam a margem da gengiva e quantidades escassas de gengiva (em espessura e altura).

Como tratar a retração gengival? Quais são as técnicas?

Para o tratamento, o primeiro passo é o correto diagnóstico, que mostra a etiologia da retração em questão. Com a classificação do tipo de retração gengival e a resolução da etiologia, pode-se predizer com segurança o tipo de tratamento (cirúrgico na maioria das vezes) e a previsibilidade de recobrimento da retração.
As técnicas mais comuns são as cirúrgicas, conhecidas hoje como terapia de recobrimento radicular, que vão desde deslocamentos cirúrgicos da gengiva restante ou adjacente até enxertos de tecido doados comumente do palato (céu da boca) do próprio paciente ou regenerações com biomateriais específicos. O tipo deverá ser selecionado quanto à classificação da retração, ao número de dentes envolvidos, à quantidade (espessura e altura) de gengiva adjacente à área afetada, ao estado de saúde geral e local (oral) do paciente, à área doadora de gengiva (caso seja necessário transplante de tecido), entre outros.

Como prevenir as gengivas retraídas?

A prevenção da recessão gengival se dá através de um controle adequado da higienização e, claro, consulta regular ao dentista, que deverá identificar outras situações, como as inserções musculares ou freios que estejam aberrantes, mau posicionamento dental, traumas oclusais ou mecânicos de naturezas diversas. Enfim, um exame detalhado da gengiva e do histórico bucal do paciente, associado à correta higienização, é o melhor caminho para se prevenir a ocorrência das retrações gengivais.

 

Fonte: Angelus